Eles encontraram pessoas. Dentro de uma jarra de pedra.
Arqueólogos cavaram no Laos. Retirou um navio enorme. Continha os restos mortais de 37 pessoas.
Esses corpos não chegaram imediatamente. Eles foram depositados ao longo de 27 anos. Ou talvez gerações. A linha do tempo é aproximada, abrangendo séculos.
Nicholas Skopal, da James Cook University, tem uma teoria. Ele diz que os potes provavelmente pertenciam a famílias específicas. Parente estendido.
“O número de indivíduos também sugere que os potes pertenciam a uma família ou a um grupo familiar extenso.”
Eles usavam esses vasos para ritos ancestrais. Gerações realizaram cerimônias ali mesmo. Hospitalidade sombria, se você preferir.
A caligrafia revela sua mente
Verifique sua caligrafia.
Está ficando confuso? Lento?
Isso não é apenas preguiça. Pode ser que seu cérebro esteja falhando.
Um novo estudo analisa a organização do AVC. A maneira como você planeja e executa uma marca no papel. Está ligado ao controle executivo. Memória de trabalho.
Ana Rita Matias, cinesiologista, explica. Ela diz que os sistemas cognitivos se degradam. A escrita torna-se fragmentada. Descoordenado.
É um sinal. Um silêncio. Mas mesmo assim é um sinal.
“O tempo e a organização do AVC estão intimamente ligados.”
Quando esses sistemas desaparecem, o fluxo também desaparece.
Comedores de batata desenvolveram novos genes
As pessoas nos Andes peruanos têm uma superpotência. Bem. Mais ou menos.
Eles digerem a fécula de batata melhor do que você.
A análise genética mostra uma adaptação específica. Mais cópias de um determinado gene. Ajuda a quebrar as batatas.
Por que isso aconteceu? Domesticação.
As pessoas começaram a cultivar batatas há 10 mil anos. O número de cópias do gene aumentou. A dieta mudou. O corpo seguiu.
A evolução não envolve apenas cérebros grandes. É sobre o almoço.
As baleias sabem que são baleias
Pensávamos que os humanos eram os únicos com espelhos assim. Errado.
Uma baleia beluga chamada Natasha passou no teste de pontuação. Ela se olhou no espelho. Vi uma marca atrás da orelha direita.
Ela não nadou para longe. Ela não latiu para um rival.
Ela se orientou para ver a marca. Ela exibiu um comportamento autodirigido. Tocando o local. Verificando o reflexo.
É auto-reconhecimento. Um clube com poucos sócios. Agora a lista ficou mais longa.
Asas falsas reconectam cérebros reais
Os cientistas colocam asas nas pessoas. Em VR, é claro.
Os cérebros não riram. Eles aceitaram a mudança.
Ocorreram mudanças de padrão. A mente processou as asas como membros reais. Plasticidade. Essa é a palavra-chave aqui. O cérebro é flexível o suficiente para adotar novos apêndices.
Isso poderia ajudar pacientes paralisados a operar membros robóticos? Talvez. Se pudermos ensinar o cérebro a confiar na mentira, poderemos adaptar o corpo a novos movimentos.
Uma ilusão útil. Ou apenas um truque útil. Quem sabe?
A mão direita domina novamente
Olhe ao redor.
Noventa por cento de vocês estão escrevendo com a mão direita. Usando-o para rolar. Para digitar. Para segurar o café.
Não é aleatório.
Os cientistas atribuíram esta preferência aos nossos antepassados. Andar sobre duas pernas ajudou. Um cérebro maior também não doeu.
Mas aqui está o chute. Não foi apenas o Homo sapiens. Os neandertais também gostavam do lado direito.
Ir mais para trás na árvore? A preferência fica mais fraca. Quanto mais nos afastamos, mais ambidestros parecem os ancestrais dos macacos.
Estamos presos no lado direito. Por agora.
